Ao longo das 37 crônicas aqui dispostas, Anderson Olivieri transforma o livro numa espécie de memorial. Todas as crônicas têm o Cruzeiro como tema. Mas nem sempre o clube mineiro aparece como assunto fundamental. Em alguns textos, é quase um pretexto para que ele conte momentos da própria vida, sobretudo passagens da infância e adolescência em Brasília.
Greta Garbo, quem diria, não morreu em Araxá
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